...eles vão ser felizes e brincar com laranjas, e ver como tem tanta coisa em comum, delicias de um cotidiano “não-cotidiano”, e vão se redescobrir todos os dias, e perceberão todo o dia pela manhã o quanto se amam e quanta sorte tiveram por terem se encontrado, num mundo com tanta gente querendo tanto, duas pessoas que querem tão “pouco”.”